O JOGO DA VIDA

Afirmar que a vida é um jogo, para muitos, trata-se apenas de uma metáfora ou alusão. E se eu te disser que a vida é realmente um jogo? Com regras, limites e objetivos? 

Melhor que isso, um jogo complexo, vivenciado integralmente por um personagem único, dentro de uma história única, numa jornada recheada de mistérios, descobertas e explorações?

A vida é um grande jogo e isso não é uma metáfora. Existe um grande propósito e uma inteligência amorosa guiando o jogador pelos complexos mecanismos de Maya (A Ilusão). O primeiro passo, ou melhor, o passo fundamental é conquistar a compreensão verdadeira de que se está dentro de um grande jogo, a serviço de um grande propósito.

Quem é você? Onde você está?
Qual é o propósito do jogo?

Chegou a hora de lançar os dados e continuar a sua jornada com mais clareza e consciência.

O JOGO DA VIDA é um método de autoconhecimento e desenvolvimento humano, que tem como objetivo auxiliar o indivíduo a se localizar em seu processo de busca e transformação pessoal de forma dinâmica e instigante.  Através da jornada, o jogador é convidado a elaborar e ampliar a percepção sobre seu principal desafio de vida no momento atual.

O jogo resgata o encanto em percorrer uma jornada, ao reconhecer o aspecto simbólico e arquetípico que acompanha cada jogador e seu potencial inerente para vencer o desafio atual. A sincronicidade é a grande maestra que rege essa jornada.

A proposta é realizada através do jogo/oráculo milenar védico Maha Lilah, a Jornada do Herói (Joseph Campbell) e a Teatroterapia. A base de estudos que conduz o processo é inspirada no método de autoconhecimento Pathwork e nos ensinos do mestre espiritual Sri Prem Baba.

Para jogar o jogo dessa vida é preciso conhecer suas mecânicas básicas, seu objetivo e suas regras. Acontece que um dos mecanismos principais é o esquecimento. O jogo já começou e você não se lembra.

Os desafios surgem e não se tem consciência de qual casa do jogo você se encontra. Menos ainda se lembra do grande propósito e da força amorosa que o guia ao retorno do seu coração, da sua expressão única e verdadeira, do seu papel nesse jogo.

Você é a consciência que observa.
É o ator que se identificou com o personagem e seus dramas. 

Nas teias de Maya, no sonho do apego e nos labirintos da mente. O próprio jogo te prende, mas também te liberta. Ilusões que geram dor e dores que quebram a ilusão. O jogo te prepara, te forja e exprime o seu melhor, até que chegue a última grande jogada, que é quando abandona o jogo.

Mas só se pode abandonar aquilo que se conhece e que só se conhece quando se está maduro. Está maduro quando encontra seu tesouro e já pode compartilhar, ocupar o seu lugar. É preciso se localizar.

Para muitos, o inconsciente é um caminho perigoso e amedrontador. Algo como “é melhor não mexer no que está quieto” ou “se eu entrar e não conseguir sair?”. O medo fundamental é o de entrar em contato com nossas dores e não conseguirmos ir além. Tememos ser tragados por elas. A verdade é que quanto mais fugimos desse contato maior é o peso que carregamos e maior é a fricção que a vida precisa trazer para gerar o movimento necessário que permite extrair o melhor do seu coração.

Estar dentro de um jogo em movimento e não o jogar resulta em frustração e sofrimento. O melhor é jogar o jogo. Jogar não apenas para realizar a meta do jogo, mas também para redescobrir o encanto em percorrer a jornada, transformar sombras em poderes antes desconhecidos, respirar novos ares ao remover máscaras antigas até chegar a compreensão que liberta e que leva ao baú da gratidão. A compreensão de que nunca esteve só, que o amor sempre o acompanhou.

Não é possível se apossar dessa clareza. Apenas no passo a passo, perseguindo a compreensão, ao revelar o mistério do amor em cada desafio, em cada casa do jogo.

Em qual casa do jogo você se encontra?
Qual o mistério do amor no seu grande desafio atual?

Sobre O JOGO DA VIDA é um método de autoconhecimento